Ricardo
Guimarães,na revista Trip,fez um artigo em que enumerou
vários trechos-chave deste filme. É interessante,
pois são palavras fortes,feitas pra despertar não
só os personagens, como também a platéia.
Nos mostra que a vida é feita de escolhas, que não
existe determinismo. Mostra o respeito pelo livre-arbítrio,
e a dura vida dos "buscadores", aqueles que procuram
fugir da ilusão e descobrir a essência das coisas.
Envereda pelo taoísmo, Zen budismo e reforça a mensagem
do Velho Testamento de que nós somos Deus, mas estamos
subjugados pelo medo.
Não deixem de ver meu outro comentário
sobre a parte da colher,que esconde uma mensagem
cifrada de alto conhecimento.
Acorde,
Neo.
Matrix has you.
You are my personal Jesus Christ.
Meu nome é Trinity.
Você dorme mal e passa a vida na frente do computador.
Você quer saber o que é Matrix. É a pergunta que
nos impele.
Você escolhe: a pontualidade ou a demissão.
Você escolhe: o andaime ou as escadas.
Você escolhe: a pílula azul ou a vermelha.
Você escolhe: saber ou não saber?
Você escolhe: a sua vida ou a dele.
É preciso estar pronto para ver.
A única coisa que te ofereço é a verdade.
O tempo está sempre contra nós.
Estou morto? - Você nunca esteve tão longe disso!
Ninguém pode te mostrar. Você tem que ver por você
mesmo.
Meus olhos doem.
Você não está acostumado a ver.
Não pense que sabe. Saiba!
Não tente bater. Bata!
Matrix são todos e ninguém.
Você não vai escapar das balas. Você não vai precisar
escapar das balas.
O "judas" Reagan: - Ignorance is bliss.
Você não pode dobrar a colher porque não existe
colher!
Conheça a si mesmo.
Ele é o mais rápido de todos.
Eu sou, porque acredito.
O Oráculo disse o que você precisava ouvir.
Você não pode estar morto, porque eu te amo.
Eu libertei o mundo da Matrix. Entrego-lhes um mundo
livre, sem controles, onde tudo é possível. Agora,
a escolha é sua.
"Aquele que crê em mim, esse também fará as obras que
eu faço, e as fará maiores do que estas" (João 14:12)
"Eu Disse: Sois Deuses. Sois todos filhos do Altíssimo"
(Salmo 82.6)
...Pouco
importam as idéias políticas, as crenças religiosas, as convicções
filosóficas de cada um. Os tempos não estão mais para divisão,
qualquer que seja sua forma, mas para a união; para a união das
diferenças, a serviço do bem comum. Nisso, nossa Fraternidade
conta em seu quadro com cristãos, judeus, muçulmanos, budistas,
hinduístas, animistas e mesmo agnósticos. Reúne também pessoas que
pertencem a todas as categorias sociais e representam todas as
correntes políticas clássicas. Homens e mulheres nela têm um
status de total igualdade e cada membro goza das mesmas
prerrogativas. É essa unidade na diversidade que faz a pujança do
nosso ideal e da nossa egrégora. Assim é porque a virtude que mais
prezamos é a tolerância, isto é, precisamente, o direito à
diferença. Isto não faz de nós sábios, pois a sabedoria abrange
muitas outras virtudes. Consideramo-nos antes filósofos, ou seja,
literalmente, "amantes da sabedoria".
Não
sou Rosacruz,mas concordo inteiramente com o parágrafo acima.
Também não sou espírita de carteirinha. Prefiro me definir como um
livre pensador, e um filósofo (literalmente). As diferenças fazem
a unidade, pois se complementam, mas só a partir do momento em que
há respeito mútuo, seja no relacionamento com amigos,irmãos ou no
namoro. Para ler o manifesto por inteiro cliquem aqui.
A imprensa brasileira ainda
consegue me impressionar com a contribuição que ela dá para tornar
nossa vida mais insuportável. Como se já não bastasse a
apologia a violência,ainda temos que aguentar a "escolinha
dominical de satanismo" do Fantástico. Eles já deram as dicas
de como matar adequadamente uma jogadora de RPG (punhal,símbolos
escritos no chão,de preferência dentro de uma igreja) mas acharam
pouco e agora resolveram ensinar como se faz um ritual satânico.
E sem motivo, já que o culto a Satã é tão antigo quanto a
Bíblia, e já não tem mais nada de novo pra se falar. Nem mesmo a
Igreja Católica dá cartaz a eles, e já admite que não há um
Belzebu, e sim pessoas desviadas do caminho. Mas a Globo resolveu
dar destaque, através da figura de um padre neurótico e um
satanista de Shopping Center que se parece com o vocalista do The
Cure. Logo de cara se vê que ele fundou a seita pra poder
faturar umas garotinhas incautas. O resto é tudo mis en scene.
Mas,por trás de um idiota, tem sempre um líder manipulador, e
obviamente não é ele. Grupos de espíritos que se comprazem com os
prazeres da Terra se acercam dessas pessoas para sentir o que elas
sentem. Assim,esses satanistas são meros "playmobils",intuídos por
essas entidades a fazerem orgias, se entupirem de drogas,
autoflagelação e outras bobagens. Porque? Simples. Essas entidades
estão em outro plano vibracional,sem nenhuma relação física
conosco. Não querem trabalhar do outro lado e ficam com saudade da
vidinha de festas e prazeres que tiveram aqui. No plano físico,o
nosso corpo interpreta os sinais sensoriais captados pelos
terminações nervosas e jogam pro cérebro,através de descargas
químicas e elétricas. É nesse momento que os espíritos, que estão
intimamente ligados com a mente de seus "bonecos" (através de
afinidade mental,pois pensam da mesma forma), conseguem sentir as
mesmas coisas que eles, como se estivessem encarnados novamente.
Tanto que o satanista-mor diz na entrevista: "quando bebo
sangue,me sinto um com quem está comigo". BABACA!!!! Tá sendo
usado e ainda tem orgulho disso!!! É óbvio que ele se sente um: o
sangue é rico em fluido vital,que é absorvido por ambos. Assim, o
espírito se torna mais denso,ao ponto de ser sentido (e,o mais
importante pra ele: sentir) ou ser até mesmo visto.
Quando
o "boneco" não serve mais (quando as ligações energéticas estão
destruídas por causa das drogas ou quando ele tá esgotado
energeticamente e não vai se recuperar) os espíritos simplesmente
se livram dele, em casos extremos intuindo os outros participantes
a matá-lo. E os idiotas nem vão saber porque fizeram isso!
Agora que a Globo ensinou como se faz o ritual,vai ter um
bando de satanistas de fim-de-semana que vão fazer isso, pra
alegria de um bando de espíritos que não tem o que fazer!
AMOR, IMBATÍVEL AMOR
Por Joanna de Ângelis & Divaldo Pereira
Franco.
O amor é a substância criadora e mantenedora
do Universo, constituído por essência divina.
É um tesouro que, quanto mais se divide, mais se
multiplica, e se enriquece à medida que se reparte.
Mais se agigante, na razão que mais se doa. Fixa-se
com mais poder, quanto mais se irradia. Nunca perece,
porque não se entibia nem se enfraquece, desde
que sua força reside no ato mesmo de doar-se, de
tornar-se vida.
Assim como o ar é indispensável para a existência
orgânica, o amor é o oxigênio para
a alma, sem o qual a mesma se enfraquece e perde o sentido
de viver.
É imbatível, porque sempre triunfa sobre
todas as vicissitudes e ciladas.
Quando aparente - de caráter sensualista, que
busca apenas o prazer imediato - se debilita e se envenena,
ou se entorpece, dando lugar à frustração.
Quando real, estruturado e maduro - que espera, estimula,
renova - não se satura, é sempre novo e
ideal, harmônico, sem altibaixos emocionais. Une
as pessoas, porque reúne as almas, identifica-as
no prazer geral da fraternidade, alimenta o corpo e dulcifica
o eu profundo.
O prazer legítimo decorre do amor pleno, gerador
da felicidade, enquanto o comum é devorador de
energias e de formação angustiante.
O amor atravessa diferentes fases: o infantil,
que tem caráter possessivo, o juvenil,
que se expressa pela insegurança, o maduro,
pacificador, que se entrega sem reservas e faz-se plenificador.
Há um período em que se expressa como compensação,
na fase intermediária entre a insegurança
e a plenificação, quando dá e recebe,
procurando liberar-se da consciência de culpa. O
estado de prazer difere daquele de plenitude, em razão
de o primeiro ser fugaz, enquanto o segundo é permanente,
mesmo que sob a injunção de relativas aflições
e problemas-desafios que podem e devem ser vencidos. Somente
o amor real consegue distingui-los e os pode unir quando
se apresentem esporádicos.
A ambição, a posse, a inquietação
geradora de insegurança - ciúme, incerteza,
ansiedade afetiva, cobrança de carinhos e atenções
-, a necessidade de ser amado caracterizam o estágio
do amor infantil. obsessivo, dominador,
que pensa exclusivamente em si antes que no ser amado.
A confiança, suave-doce e tranqüila, a alegria
natural e sem alarde, a exteriorização do
bem que se pode e se deve executar, a compaixão
dinâmica, a não-posse, não-dependência,
não-exigência, são benesses do amor
pleno, pacificador, imorredouro.
Mesmo que se modifiquem os quadros existenciais, que
se alteram as manifestações da afetividade
do ser amado, o amor permanece libertador, confiante,
indestrutível.
Nunca se impõe, porque é espontâneo
como a própria vida e irradia-se mimetizando, contagiando
de júbilos e de paz. Expande-se como um perfume
que impregna, agradável, suavemente, porque não
é agressivo nem embriagador ou apaixonado...
O amor não se apega, não sofre a falta,
mas frui sempre, porque vive no íntimo do ser e
não das gratificações que o amado
oferece. O amor deve ser sempre o ponto de partida de
todas as aspirações e a etapa final de todos
os anelos humanos.
O clímax do amor se encontra naquele sentimento
que Jesus ofereceu à Humanidade e prossegue doando,
na sua condição de Amante não amado.
__________________
Há um ditado hindu diz: Quem ama não precisa possuir,
porque já carrega o ser amado no coração.
É a energia cósmica do universo (pelo menos a parte que
está acessível à nossa dimensão). Os hindus a chamam de
Prana (ou Purana), os chineses de Chi (ou Ki),
Wilhelm Reich chamava de Orgone, e no espiritismo se
conhece por Energia imanente (ou primária). Pode ser
visto em dias de sol,com o céu bem aberto. Para isso,fiquem
deitados de costas, olhando para o céu. Após algum tempo,a vista
relaxa, abrindo o campo da retina, e será possível ver minúsculas
bolinhas brancas, às vezes com um pronto preto. Surgem por um
segundo ou dois, deixam um ligeiro traço e tornam a desaparecer.
Se você persistir na observação e expandir a visão, começará a ver
que todo o campo pulsa num ritmo sincronizado. Nos dias de sol, as
bolinhas de energia,brilhantes, movem-se depressa. Nos dias
enevoados, mais translúcidas, movem-se devagar e são em menor
número. Numa cidade envolta em névoa e fumaça, são menos
ambundantes, escuras, e movem-se muito devagar.
No Oriente
se dá o maior valor a respiração,pois é através dela que retiramos
a energia para o nosso veículo extrafísico. Nós fazemos isso toda
noite,ao dormir. O corpo astral fica planando pouco acima do
físico pra poder "se encher" de prana (através dos chakras).
Infelizmente isso é um processo inconsciente e poucos lembram de
algo assim. Mas existem técnicas e mais
técnicas de Yôga pra absorção do Prana acordados. Recomenda-se
fazer isso logo pela manhã, pois o ar é mais rico em energia. Uma
outra técnica,desta vez pelo espiritismo, é que se coloque um copo
com água pra receber os primeiros raios do sol. Assim, a água se
energiza, pois ela absorve muito prana. É dessa forma que o
planeta se limpa dos miasmas mentais de seus habitantes. Imagine a
poluição mental que fica,com tanto stress, violência,
desesperança,fome, etc. A chuva é um bálsamo, pois os pingos, ao
cair, vão "recolhendo" o prana da atmosfera e, como flechas,
destroem as energias do pensamento de baixa vibração (que,por isso
mesmo,ficam poluindo o ar mental,como nuvens de CO2 poluem o ar
físico). É por isso que invariavelmente chove (e muito) após o
carnaval. Pelo menos em Olinda,é tiro e queda! Após uma chuva
forte dessas, vá para a rua e sinta o ar. É MUITO bom!
Referência: Mãos de Luz - Guia para
a cura através do CHI Reportagem
sobre o Yôga,ensinando como fazer algumas práticas
E o irmão entregará à morte o irmão, e o pai o filho; e
os filhos se levantarão contra os pais, e os matarão. (Mateus
10:21)
Muitas pessoas ficam chocadas com esses
fatos de morte em família, gente que convive intimamente com o
outro e mata com requintes de crueldade.
Isso sempre existiu, mas somente agora está sendo jogado na
cara das pessoas. Não é à toa que dois casos de espancamento
até a morte foram filmados,em 1 semana. Faz parte da época
das revelações,como já falei aqui antes.
Portanto, não os temais; porque nada há encoberto que
não haja de revelar-se, nem oculto que não haja de saber-se.
(Mateus 10:26)
É a época em que o ser humano
se defronta com a sua própria natureza, seus próprios medos,e, com
alguma sorte, se questionará sobre isso. Muitos procurarão a
salvação em religiões, outros ficarão esperando o apocalipse,
enquanto outros, mais sábios, procurarão olhar para o próprio
íntimo a fim de eliminar de sua alma toda e qualquer ressonância a
esse tipo de violência.
Violência alimenta violência. Não
foi à toa que,com a divulgação em massa do caso do assassinato dos
pais da menina rica uma onda de violência familiar se alastrou.
Isso acontece porque o pensamento é uma fonte de energia que
interage com o ambiente e com outras pessoas. Quanto mais gente
pensa a respeito,mais esse bolsão de pensamento vai ganhando
força,e,quando atinge uma mente propensa a cometer um ato de
violência,ele ressoa, como uma corda de violão afinada em uma
certa nota. Então,ele tem a "inspiração" pra cometer o ato,que até
então era só uma possibilidade adormecida no fundo da sua alma.
A imprensa está investindo no filão de noticiar mais casos
escabrosos em família. Então aguardem mais e mais casos,nesse
círculo vicioso.
O livro Saulo e Estevão,de Emmanuel, retrata a conversão
de Saulo (conhecido depois como Paulo de Tarso), antes um
perseguidor dos primeiros cristãos, para se tornar o criador
da Igreja Católica como a conhecemos. É dele as inspiradas
frases "Sem amor nada seria" e "tudo me é permitido,mas nem
tudo me convém".
Renato Russo
fez um trabalho brilhante em Monte Castelo,adaptando o
texto de Paulo às novas gerações,e acrescentando versos que o
próprio Paulo se orgulharia de ter escrito!! Devo confessar que
foi depois dessa música que comecei a explorar a Bíblia,até então
"coisa de crente". Gostaria de estender isso a vocês,tendo a
liberdade de macular o texto com meus comentários (perdôem esse
exegeta que vos fala)
I Coríntios 13:
1:
Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e
não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o címbalo que
retine.
(címbalo = Antigo instrumento,
constituído por dois meios globos de metal que se percutiam
um contra o outro; pratos.) Ou seja, a pessoa seria apenas
um instrumento de canalização, uma corda afinada que vibra
na mesma frequência de algum outro ser emissor. Muita gente
por aí acha que é o tampa de crush por ser médium e receber
mensagens nobres e elevadas, inclusive de extraterrestres.
Acham que não precisam continuar estudando, trabalhando na
humildade e caridade, e vão logo para as luzes da ribalta.
São sepulcros caiados, brancos por fora e podres por dentro,
como bem nos alerta Jesus.
2: E ainda que tivesse o dom de profecia, e
conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que
tivesse toda fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não
tivesse amor, nada seria.
Muita gente busca o esoterismo
pra conseguir poderes, conhecimento, soberania sobre outros.
Muitos conseguem,mas são uns idiotas. Os maiores na Terra
são os menores no "céu". Passar anos na Índia pra levitar
e fazer mágica pode impressionar muita gente,mas aquele que
resolveu trabalhar pelos seus semelhantes, seja na Índia,Nepal
ou Brasil, esse sim,é o maior.
3: E ainda que
distribuísse todos os meus bens para sustento dos pobres, e ainda
que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor,
nada disso me aproveitaria.
Tem uns "espertos" que
resolvem de fato trabalhar pelos semelhantes,mas visando um
"terreno no céu". Atos materiais podem até ajudar muita gente,
mas o que vale mesmo para a sua evolução é o teor da energia
que transforma a idéia em ação. Daí o "ME aproveitaria" da
frase de Paulo (gênio,o cara!). É benefício para os outros,
sim, mas não pra você.
4: O amor é
sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não se
vangloria, não se envaidece, 5: não se porta
inconvenientemente, não busca os seus próprios interesses, não se
irrita, não suspeita mal; 6: não se regozija com a injustiça,
mas se regozija com a verdade; 7: tudo sofre, tudo crê, tudo
espera, tudo suporta. 8: O amor jamais acaba; mas havendo
profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo
ciência, desaparecerá;
O amor derruba as barreiras:
seja a do destino, da língua ou da dogmática. De fato, o maior
poder no universo é o amor. O amor verdadeiro,universal. "Deus
é amor" é muito mais do que uma simples frase melosa: é uma
síntese.
11: Quando eu
era menino, pensava como menino; mas, logo que cheguei a ser
homem, acabei com as coisas de menino.
Muita gente chega a condição de adulto e continua
com as coisas de menino. E não falo da idade (nem Paulo,tampouco).
O conhecimento liberta, amadurece,e traz com ele novas responsabilidades,que
exigem nova conduta. Por isso as pessoas se transformam tanto
quando atingem um certo nível evolutivo. É preciso deixar muitas coisas para
trás, inclusive certas amizades que insistem em continuar
lhe puxando pra baixo, que nem corda de caranguejo. Buddha
deixou a riqueza, os pais, esposa e filhos para se dedicar
a atingir a iluminação. Mas não se esqueceu deles. Quando
conseguiu, voltou trazendo o maior presente que um ser vivo
pode dar a outro: o caminho para a libertação da Matrix.
12: Porque agora vemos como por espelho, em enigma, mas
então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então
conhecerei plenamente, como também sou plenamente conhecido.
13: Agora, pois, permanecem a fé, a esperança, o amor, estes
três; mas o maior destes é o amor.
Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas
convêm. Todas as coisas me são lícitas; mas eu não me deixarei
dominar por nenhuma delas. (I Coríntios
6:12)
Bem que eu achei estranho quando o contador
diário pulou dos 10 visitantes habituais pra 70... já que vai vir
todo tipo de gente (principalmente gente "esquisita" atraída pelo
meu nick) sugiro que se detenham na leitura atenta dos arquivos,
pois este blog não foi feito pra ser efêmero, engraçado ou
retratar meu dia-a-dia, e sim uma forma de ajudar as pessoas a
pensarem por conta própria,a treinarem seu discernimento. É por
isso que digo que nada aqui é verdade. Até porque não existe a
verdade. Leiam,reflitam e busquem seu próprio caminho.
"A mente que se abre a uma nova idéia jamais voltará ao
seu tamanho original" (Albert
Einstein)
Imagine que você está no alto-mar. A praia
pode ser vista,muito distante. Você sente vontade de ir nadando
até lá, mas pensa que não vai conseguir chegar nadando: poderá
morrer de exaustão ou caimbra. Então você fica lá,esperando algum
barco passar,ou algum milagre. O mar está agitado,com ondas
gigantescas,que jogam você de um lado para o outro. O tempo passa,
e você vai se resignando,se acalmando,e, como tudo na vida, o mar
também é cíclico: após a tempestade vem a calmaria. A
superfície do oceano ficou lisa como a de um lago, e então você
pôde divisar o infinito do horizonte. Ao longe,você percebe um
objeto boiando. "Uma tábua de salvação!", pensa. Ela estava lá, o
tempo todo, e você não percebeu por causa das ondas, da agitação
do mar.
Agora você tem uma opção que lhe abre novas
possibilidades. Você pode continuar esperando o milagre, ou ir até
a tábua, agarrá-la e usá-la pra lutar pela sua vida, nadando até a
salvação da praia (por mais distante que ela pareça). Ou você pode
ir até a tábua e descansar, agarrado nela, esperando pela salvação
(que talvez nunca chegue).
A tábua não é a salvação em si.
É um meio para a salvação.
Se imagine nadando com a
tábua. Ela é um facilitador. Você sabe que poderia nadar sem ela,
mas seria muito mais cansativo. Poderia até não chegar à praia sem
ela. E levaria muito mais tempo. Poderia até nadar pro lado
errado,pois não estaria com a cabeça para fora d'água.
Imaginem agora quem é a "tábua".
"Eu sou a porta; se alguém entrar por mim, salvar-se-á,
e entrará, e sairá, e achará pastagens" (João 10:9)
"Pois meu jugo é suave e o meu fardo é leve." (Mateus
11:30).
Se recuperando
de um tratamento contra pedofilia,o popstar Michael Jackson não
conseguiu controlar o vício e irrompeu na varanda do Hotel em que
está hospedado,na Alemanha,segurando o seu filho Prince Michael,de
5 anos, pelo pescoço.
Aos gritos de "eu quero uma criança,já!" Michael Jackson ameaçou
jogar o menino,que estava encapuzado, varanda abaixo. Exigiu
das autoridades alemãs que o irmão de Macaulay Caukin - que
apareceu recentemente no filme 'Sinais' - subisse até o seu
quarto. O próprio Macaulay chegou a se oferecer para aplacar
a sanha do pevertido popstar, mas Jackson recusou, dizendo
que "esse aí já passou do ponto".
Essa eu achei (quem diria) na página do Padre Quemedo!
Um negocio interessante sobre o sangue
de São Genaro,que se liquefaz várias vezes durante o
ano. Se foram feito mesmo todos os testes que dizem ter
feito,é um evento paranormal de primeira!!
Falando em música clássica,meu grande ídolo da música é Yuzo
Koshiro. Ele compõe música para videogames (Streets of
Rage,Ys, Actraiser,etc.) e começou a tocar aos 3 anos. Aos 8
compõs a primeira música. Foi aluno de Joe Hisaishi
(músico consagrado), que faz todas as trilhas sonoras dos animes
do cultuado diretor de cinema Hayao
Miyazaki (gênio!), entre eles Princesa Mononoke.
Joe, por fim, é um admirador de John Williams (outro
mestre da música) e TODOS rendem tributo aos grandes mestres do
passado. Mozart é um caso raro de talento nato. Aos 10 anos compõs
uma sinfonia sem usar instrumentos (ele imaginava todos os acordes
na cabeça e escrevia no papel) e tocava de ouvido, brincando,como
se pode ver no filme Amadeus. Acabo de
descobrir que uma música maravilhosa que ouvi no game Fatal Fury 2
é dele: "Dies Irae", tema de Wolfgang Krauser. Eu desconfiava que
podia ser dele,até porque o personagem tem o prenome de Mozart,
mas o estilo me lembrava mais Wagner (ouçam
o MIDI). Ou seja: o cara detona em todos os estilos!!!! Que
nem Yuzo Koshiro :)
Tradução de Dies Irae,do Requiem de Mozart:
Dia de ira,aquele dia que transformará o mundo em
cinzas, como predito por David com a Sibila. Quanto tremor
virá Quando o juiz chegar para exigir
contas,rigorosamente!
A
Folha de Pernambuco é o jornal que,se espremer,sai sangue. Acho
que todo Estado tem um assim. O pior é que minha mãe assina essa
porcaria e todos de casa adoram. Menos,eu,claro,que logo no café
da manhã dou de cara com a página toda tingida de
vermelho-carmim,característica do sangue coagulado. Algumas vezes
os fotógrafos conseguem chegar a tempo de pegar o presunto ainda
fresco,jorrando um sangue rico em hemoglobinas vivas.
Eu
protestava,mas,como sou minoria,fui vencido pela democracia.
Então,pela 20ª vez que tive de tomar meu café da manhã com
presuntos,peguei o jornal,amassei e joguei no canto da parede. No
outro dia não ví mais o jornal em cima da mesa. "Puxa" pensei
"finalmente se tocaram do quanto é nojento comer vendo essas
coisas". Mas aí chega minha mãe e, antes mesmo de dizer 'bom-dia',
pergunta pela página policial. A empregada diz que está em cima da
geladeira, pra evitar que eu o amasse.
Bem,pelo menos funcionou. Se eles não preservam a minha integridade
psicológica, pelo menos cuidam bem da integridade física do
jornal!
A ALEGORIA DA CAVERNA (Platão e Sócrates
são demais!)
Platão
expôs o mito da caverna no Livro VII da República. Possui a forma
de um diálogo imaginário, do qual participam o filósofo Sócrates e
os irmãos de Platão, Glauco e Adimanto. No livro VII Sócrates
conta a Glauco o famoso mito da caverna como um retrato da
ignorância humana. Pode (e deve) ser encarada como a metáfora da
nossa vida, que,como os Budistas bem sabem, é uma ilusão, um
pálido reflexo da realidade. Nos mostra o quão difícil é nossa
ascensão,mas o quanto ela é gratificante para os que perseveram e
alcançam o topo. Também nos ensina,através da lógica, que é muito
melhor ser humilde servidor na luz do que um Rei nas trevas. E a
dureza que é tentar ajudar os que ficam lá embaixo, por estarem
eles se deleitando tão somente com aquilo,quando há muito mais pra
se ver! E fica a mensagem: não se pode tirá-los à força! Tudo isso
é o que compõe a base moral o espiritismo,e Sócrates poderia ser
considerado o primeiro doutrinador espírita do mundo :)
Sócrates - Agora imagina a maneira como segue o
estado das nossas naturezas relativamente à instrução e à
ignorância. Imagina homens numa morada subterrâneas, em forma de
caverna, com uma entrada aberta à luz; esses homens estão aí desde
a infância, de perna e pescoço acorrentados, de modo que não podem
mexer-se nem ver senão o que está diante deles, pois as corrente
os impedem de voltar à cabeça; a luz chega-lhes de uma fogueira
acesa numa colina que se ergue por detrás deles; entre o fogo e os
prisioneiros passa uma estrada ascendente. Imagina que ao longo
dessa estrada está construído um pequeno muro, semelhante às
divisórias que os apresentadores de títeres armam diante de si e
por cima das quais exibem as suas maravilhas. Glauco - Estou vendo. Sócrates - Imagina agora, ao longo desse pequeno muro, homens
que transportam objetos de toda espécie, que o transpõem:
estatuetas de homens e animais, de pedra, madeira e toda espécie
de matéria; naturalmente, entre esses transportadores, uns
falam e outros seguem em silêncio. Glauco - Um quadro estranho e
estranhos prisioneiros. Sócrates - Assemelham-se a nós. E,
para começar, achas que, numa tal condição, eles tenham alguma vez
visto, de si mesmos e de seus companheiros, mais do que as sombras
projetadas pelo fogo na parede da caverna que lhes fica defronte?
Glauco - Como, se são obrigados a ficar de cabeça imóvel
durante toda a vida? Sócrates - E com as coisas que desfilam?
Não se passa o mesmo? Glauco - Sem dúvida. Sócrates -
Portanto, se pudessem se comunicar uns com os outros, não achas
que tomariam por objetos reais as sombras que veriam? Glauco
- É bem possível. Sócrates - E se a parede do fundo da
prisão provocasse eco, sempre que um dos transportadores falasse,
não julgariam ouvir a sombra que passasse diante deles? Glauco
- Sim, por Zeus! Sócrates - Dessa forma, tais homens não
atribuirão realidade senão às sombras dos objetos fabricados?
Glauco - Assim terá de ser. Sócrates - Considera agora o
que lhes acontecerá, naturalmente, se forem libertados das suas
cadeias e curados da sua ignorância. Que se liberte um desses
prisioneiros, que seja ele obrigado a endireitar-se imediatamente,
a voltar o pescoço, a caminhar, a erguer os olhos para a luz: ao
fazer todos estes movimentos sofrerá, e o deslumbramento
impedi-lo-á de distinguir os objetos de que antes via as sombras.
Que achas que responderá se alguém lhe vier dizer que não viu até
então senão fantasmas, mas que agora, mais perto da realidade e
voltado para objetos mais reais, vê com mais justeza? Se,enfim,
mostrando-lhe cada uma das coisas que passam, o obrigar, à força
de perguntas, a dizer o que é? Não achas que ficará embaraçado e
que as sombras que via outrora lhe parecerão mais verdadeiras do
que os objetos que lhe mostram agora? Glauco - Muito mais
verdadeiras. Sócrates - E se o forçarem a fixar a luz, os
seus olhos não ficarão magoados? Não desviará ele a vista para
voltar às coisas que pode fitar e não acreditará que estas são
realmente mais distintas do que as que se lhe mostram? Glauco
- Com toda a certeza. Sócrates - E se o arrancarem à força
da sua caverna, o obrigarem a subir a encosta rude e escarpada e
não o largarem antes de o terem arrastado até a luz do Sol, não
sofrerá vivamente e não se queixará de tais violências? E, quando
tiver chegado à luz, poderá, com os olhos ofuscados pelo seu
brilho, distinguir uma só das coisas que ora denominamos
verdadeiras? Glauco - Não o conseguirá, pelo menos de início.
Sócrates - Terá, creio eu, necessidade de se habituar a ver
os objetos da região superior. Começará por distinguir mais
facilmente as sombras; em seguida, as imagens dos homens e dos
outros objetos que se refletem nas águas; por último, os próprios
objetos. Depois disso, poderá, enfrentando a claridade dos astros
e da Lua, contemplar mais facilmente, durante a noite,os corpos
celestes e o próprio céu do que, durante o dia, o Sol e sua luz.
Glauco - Sem dúvida. Sócrates - Por fim, suponho eu,
será o sol, e não as suas imagens refletidas nas águas ou em
qualquer outra coisa, mas o próprio Sol, no seu verdadeiro lugar,
que poderá ver e contemplar tal qual é. Glauco -
Necessariamente. Sócrates - Depois disso, poderá concluir, a
respeito do Sol, que é ele que faz as estações e os anos, que
governa tudo no mundo visível e que, de certa maneira, é a causa
de tudo o que ele via com os seus companheiros, na caverna.
Glauco - É evidente que chegará a essa conclusão.
Sócrates - Ora, lembrando-se de sua primeira morada, da
sabedoria que aí se professa e daqueles que foram seus
companheiros de cativeiro, não achas que se alegrará com a mudança
e lamentará os que lá ficaram? Glauco - Sim, com certeza
Sócrates. Sócrates - E se então distribuíssem honras e
louvores, se tivessem recompensas para aquele que se apercebesse,
com o olhar mais vivo, da passagem das sombras, que melhor se
recordasse das que costumavam chegar em primeiro ou em último
lugar, ou virem juntas, e que por isso era o mais hábil em
adivinhar a sua aparição, e que provocasse a inveja daqueles que,
entre os prisioneiros, são venerados e poderosos? Ou então, como o
herói de Homero, não preferirá mil vezes ser um simples lavrador,
e sofrer tudo no mundo, a voltar às antigas ilusões e viver como
vivia? Glauco - Sou de tua opinião. Preferirá sofrer tudo a
ter de viver dessa maneira. Sócrates - Imagina ainda que esse
homem volta à caverna e vai sentar-se no seu antigo lugar: não
ficará com os olhos cegos pelas trevas ao se afastar bruscamente
da luz do Sol? Glauco - Por certo que sim. Sócrates - E
se tiver de entrar de novo em competição com os prisioneiros que
não se libertaram de suas correntes, para julgar essas sombras,
estando ainda sua vista confusa e antes que seus olhos se tenham
recomposto, pois habituar-se à escuridão exigirá um tempo bastante
longo, não fará que os outros se riam à sua custa e digam que,
tendo ido lá acima, voltou com a vista estragada, pelo que não
vale a pena tentar subir até lá? E se alguém tentar libertar e
conduzir para o alto, esse alguém não o mataria, se pudesse
fazê-lo? Glauco - Sem nenhuma dúvida. Sócrates - Agora,
meu caro Glauco, é preciso aplicar, ponto por ponto, esta imagem
ao que dissemos atrás e comparar o mundo que nos cerca com a vida
da prisão na caverna, e a luz do fogo que a ilumina com a força do
Sol. Quanto à subida à região superior e à contemplação dos seus
objetos, se a considerares como a ascensão da alma para a mansão
inteligível, não te enganarás quanto à minha idéia, visto que
também tu desejas conhecê-la. Só Deus sabe se ela é verdadeira.
Quanto a mim, a minha opinião é esta: no mundo inteligível, a
idéia do bem é a última a ser apreendida, e com dificuldade, mas
não se pode apreendê-la sem concluir que ela é a causa de tudo o
que de reto e belo existe em todas as coisas; no mundo visível,
ela engendrou a luz; no mundo inteligível, é ela que é soberana e
dispensa a verdade e a inteligência; e é preciso vê-la para se
comportar com sabedoria na vida particular e na vida pública.
Glauco - Concordo com a tua opinião, até onde posso
compreendê-la.
É duro ter de se readaptar à luz e voltar a enxergar as
sombras,após ter podido vislumbrar a realidade. O olho não
se acostuma como antes,e perde-se a graça em ficar olhando
sombras na parede. Mas,infelizmente ainda estamos acorrentados...
"Video-games nao influenciam crianças. Quer
dizer, se o Pac-man tivesse influenciando a nossa geraçao,
estaríamos todos correndo em salas escuras, mastigando pílulas
mágicas e escutando músicas eletrônicas repetitivas." -
Kristian Wilson, Nintendo Inc,em 1989
Madaleine
Gross, uma dona-de-casa do Arkansas, estacionou de forma indevida,
por cima de um esportivo. Um CARRO esportivo. Ela justificou
sua barbeiragem dizendo "o flanelinha me mandou continuar vindo de
ré, falando cada vez mais alto 'venha,venha!'. Comecei a ficar
irritada com a grosseria desse sujeito,e fui mais rápido. Até que
eu olhei pelo retrovisor e não vi mais a linha do horizonte."
O flanelinha,fanho de nascença, procurava explicar a insólita
situação para a polícia: "eu vercebi que ela ia vater,e
gritei vreia,vreia, vas ela vão
ouvia!"
Foi
preso hoje de manhã o excêntrico inventor Dr. Emmett Brown, após
ele ter se envolvido num acidente de trânsito em Hill Valley,
norte da Califórnia. O cientista pilotava uma Delorean na
contramão de uma autoestrada,e acabou se chocando de frente com
uma van. Michael L. Knox,motorista da van,disse que ele
apareceu praticamente do nada,e não pôde evitar o choque. O
cientista foi preso após tentar justificar sua atitude,afirmando
ter vindo diretamente do futuro,e tentou se evadir do local
dizendo que precisava salvar alguém chamado McFly. Foi detido
imediatamente.
"Obviamente ele estava embriagado" disse o oficial encarregado
Biff Tannen. E completou: "Esse homem é um perigo pra sociedade.
A cadeia é o lugar dele."
Existem duas dores de amor. A primeira é
quando a relação termina e a gente, seguindo amando, tem que se
acostumar com a ausência do outro, com a falta de perspectiva, já
que ainda estamos tão envolvidos que não conseguimos ver luz no
fim do túnel. A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a
luz no fim do túnel. Você deve achar que eu bebi. Se a luz está
sendo vista, adeus dor, não seria assim? Mais ou menos. Há, como
falei, duas dores. A mais dilacerante é a dor física da falta de
beijos e abraços, a dor de virar desimportante para o ser amado.
Mas quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida:
a dor de abandonar o amor que sentíamos. A dor de esvaziar o
coração, de remover a saudade, de ficar livre, sem sentimento
especial por ninguém. Dói também. Na verdade, ficamos apegados
ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou. Muitas pessoas reclamam
por não conseguir se desprender de alguém. É que, sem se darem
conta, não querem se desprender. Aquele amor, mesmo não
retribuído, tornou-se um souvenir de uma época bonita que foi
vivida, passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação
com a qual a gente se apega. Faz parte de nós. Queremos,
logicamente, voltar a ser alegres e disponíveis, mas para isso é
preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo, que de
certa maneira entranhou-se na gente e que só com muito esforço é
possível alforriar. É uma dor mais amena, quase imperceptível.
Talvez, por isso, costuma durar mais do que a dor-de-cotovelo
propriamente dita. É uma dor que nos confunde.Parece ser
aquela mesma dor primeira, mas já é outra. A pessoa que nos deixou
já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por
ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos, que nos
colocava dentro das estatísticas: eu amo, logo existo. Despedir-se
de um amor é despedir-se de si mesmo. É o arremate de uma história
que terminou, externamente, sem nossa concordância, mas que
precisa também sair de dentro da gente.
Esse é um texto sem dono que tava rolando
por aí pelos blogs da vida
Uma das coisas mais belas já escritas,um
legado para todas as gerações. Não ficou preso a um contexto
social,ou de guerra. Nem ficou parado no tempo.
Nós
continuamos a luta pela paz,pela esperança. Nós ainda queremos um
mundo melhor para os nossos filhos... mas nos acomodamos nas
trincheiras dos sentidos. Por que amar,se é mais fácil odiar? Por
que ajudar,se é mais fácil ignorar? Por que lutar,se podemos
aguardar em nossos bunkers que o bombardeio acabe e não sobre mais
nada a ser destruído?
A mensagem de Chaplin é uma
convocação á luta. Sim,uma convocação à boa luta, como disse Paulo
em Timóteo 4:7,e como como fez Gandhi durante a vida.
Lutemos,pois!
Devas são espíritos intimamente integrados à
natureza,trabalhando nela sem questionar. Não são bons nem
maus,mas podem ser manipulados pelos humanos para finalidades boas
ou ruins. Em um certo ponto de evolução, eles se
individualizam,e podem ser confundidos com anjos,ou fadas. Em um
certo estado de consciência,algumas pessoas podem vê-los. Podem se
apresentar como gnomos, duendes, fadas,sereias,sílfides, etc.
Dois
exemplos de Devas,que podem ser encontrados no anime Princesa
Mononoke. Assistam se quiserem entender melhor o
relacionamento deles
conosco.
Na
mitologia Japonesa eles são muito respeitados e não raro recebem
oferendas de comida. Alguns espíritas têm o costume de fazer
oferenda ao mar (para Iemanjá,dizem) com frutas e flores. Na
verdade,se forem questionar aos espíritos perceberão que é uma
oferenda à mãe Terra,uma forma de agradecimento pelo que ela nos
deu durante o ano. É o mesmo que os celtas e druidas
faziam,reverenciando as árvore,os campos,etc. A simbologia de
Iemanjá é mais para poder canalizar a energia para um ponto,uma
imagem. Enfim,um símbolo.
Como podem notar,o nosso planeta
está mergulhado em sabedorias vindas de tradições milenares ,mas
que se encontram engessadas pelo simbolismo,ritualismo e pela
ignorância dos que não questionam os motivos por trás do ato.
Os gregos possuíam duas palavras distintas para espírito.
Uma é pneuma,que significa alma,aquilo que temos dentro de
nós. Outra é daemon,que significa entidade,fantasma,etc.
Notaram? O mesmo espírito,só que desencarnado. No dicionário
Houaiss podemos encontrar: 'Na crença grega apresentava uma
natureza intermediária entre a mortal e a divina, frequentemente
inspirando ou aconselhando os humanos.' Tanto é que a voz que
ressoava na consciência do filósofo grego Sócrates, guiando suas
ações, ele mesmo dizia que provinha de um Daemon. Se Sócrates,que
nas palavras de Platão era "o homem mais justo que o mundo
conheceu" era um "endaemoniado",então eu também quero! :)
Vocês conhecem o destino de Sócrates,injustamente
condenado à morte. É esse o fim de todos que possuem consciência e
questionam as obras humanas sob um prisma ético-universal. Tanto
que a palavra heresia provém do grego heresis, que
significa tão somente 'escolha, opinião'. A Igreja Católica acha
maligno o direito de alguém ter opinião própria. Esse medo de
perder o controle e o poder fez com que a Igreja adotasse daemon
como uma coisa a ser banida,maligna,e daí veio a palavra
demônio (daemoniu em Latim).
O Buda estava um dia no jardim
de Anathapindika, na cidade de Jetavana, quando lhe apareceu um
Deva (espírito da natureza) em figura de brâmane e vestido de
hábitos brancos como a neve, e entre ambos se estabeleceu o
seguinte "duelo": O Deva: - Qual é a espada mais cortante?
Ao que Buda respondeu: - A palavra raivosa é a espada mais
cortante. Qual é o maior veneno? a inveja é o mais mortal
veneno. Qual é o fogo mais ardente? a luxúria. Qual é a
noite mais escura? a ignorância. Quem obtém a maior
recompensa? Quem dá sem desejo de receber é quem mais ganha.
Quem sofre a maior perda? Quem recebe de outro sem devolver
nada é o que mais perde. Qual é a armadura mais impenetrável?
A paciência. Qual é a melhor arma? A sabedoria. Qual é o
ladrão mais perigoso? Um mau pensamento é o ladrão mais perigoso.
Qual o tesouro mais precioso? A virtude. Quem recusa o
melhor que lhe é oferecido neste mundo? Recusa o melhor que se lhe
oferece quem aspira à imortalidade. O que atrai? O bem atrai.
O que repugna? O mal repugna. Qual é a dor mais terrível?
A má conduta. Qual é a maior felicidade? A libertação. O
que ocasiona a ruína no mundo? A ignorância. O que destrói a
amizade? A inveja e o egoísmo. Qual é a febre mais aguda? O
ódio. Qual é o melhor médico? O Buda.
Tenho uma dúvida
e peço que me respondas: O que é que o fogo não queima, nem a
ferrugem consome, nem o vento abate e é capaz de reconstruir o
mundo inteiro? Buda respondeu: - O benefício das boas ações.
Satisfeito com as respostas, o Deva, com as mãos juntas, se
inclinou respeitosamente ante Buda e desapareceu.
Extraído do livro "Buda - Aquele que Despertou"; Editora
Martin Claret
O santo não
condena o pecador: Ampara-o sem presunção. O sábio não
satiriza o ignorante: Esclarece-o fraternalmente. O iluminado
não insulta o que anda em trevas: Aclara-lhe o caminho. O
orientador não acusa o aprendiz tateante: A ovelha insegura é a
que mais reclama o pastor. O bom não persegue o mau: Ajuda-o a
melhorar-se. O forte não condena o fraco: Auxilia-o a
erguer-se. O humilde não foge ao orgulhoso: Coopera
silenciosamente em favor dele. O sincero a ninguém perturba:
Harmoniza a todos. O simples não critica o vaidoso: Socorre-o,
sem alarde, sempre que necessário.
Autor:
André Luiz - por Francisco Cândido Xavier
Os que conseguem fazer isso são de fato os maiores aqui
na Terra.